Após anos de solidão, a princesa Lia continua a fazer do castelo sua casa, onde não se contenta apenas com a alma dos seus visitantes, querendo apoderar-se também do seu corpo. Aligula, na tentiva de emendar o passado, volta ao castelo e apela ao bom senso e compaixão de Lia - outrora uma princesa bondosa e acarinhada pelo povo. Mas o tempo mudou Lia, aliado à solidão, dor e sede de vingança.
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sábado, 13 de agosto de 2011
A MINHA VIAGEM MEDIEVAL EM TERRA DE SANTA MARIA - V
ANTES INVEJADO QUE LASTIMADO (recriação histórica)
1165 a 1169 - Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, chefia um bando de salteadores que agem na zona do Além Tejo, tendo como principal alvo a cidade de Badajoz: praça-forte mais importante do Ocidente Islâmico.
3 de Maio - Desastre de Badajoz
O Sem Pavor ataca as muralhas de Badajoz. D. Afonso encontra-se no alentejo e vai em seu axilio. Fernando II de Leão, sabendo da investida, alia-se aos sarracenos, incitando os portugueses a retirarem-se rapidamente.
Nesta corrida, D. Afonso fere-se numa perna, no choque com um ferrolho da porta das muralhas. Apesar de salvo pelos companheiros, é capturado pelos leoneses.
Diz a tradição que D. Afonso faz acordo com Fernando II: vindo tratar-se às termas a Portugal e quando pudesse cavalgar, regressaria à condição de prisioneiro, razão pela qual el-rei nunca mais montou a cavalo.
3 de Maio - Desastre de Badajoz
O Sem Pavor ataca as muralhas de Badajoz. D. Afonso encontra-se no alentejo e vai em seu axilio. Fernando II de Leão, sabendo da investida, alia-se aos sarracenos, incitando os portugueses a retirarem-se rapidamente.
Nesta corrida, D. Afonso fere-se numa perna, no choque com um ferrolho da porta das muralhas. Apesar de salvo pelos companheiros, é capturado pelos leoneses.
Diz a tradição que D. Afonso faz acordo com Fernando II: vindo tratar-se às termas a Portugal e quando pudesse cavalgar, regressaria à condição de prisioneiro, razão pela qual el-rei nunca mais montou a cavalo.
A MINHA VIAGEM MEDIEVAL EM TERRA DE SANTA MARIA - IV
AFONSO, AMOR OU REINO
Numa época de grandes decisões, D. Afonso Henriques, vê-se perante uma encruzilhada: escolher entre o amor proibido de D. Chãmoa, retirada para o mosteiro de Lorvão ou o compromisso com as rédeas da futura nação.
Uma intensa narrativa sobre disputa entre o desejo, a fé e a honra.
Uma intensa narrativa sobre disputa entre o desejo, a fé e a honra.
A MINHA VIAGEM MEDIEVAL EM TERRA DE SANTA MARIA - III
DURO CONTRA DURO, NÃO LEVANTA MURO (recriação histórica)
MOURAS ENCANTADAS
Primavera de 1141 - Recontro de Valdevez
Na fronteira do condado portucalense com a Galiza, Afonso Henriques é surpreendido pelo ataque militar de seu primo Afonso VII. Antes do início da batalha, portugueses e galegostentam convencer os seus chefes a chegarem a acordo, realizando-se apenas um bafordo, terminando bastante favorável ao rei português.
1142-No porto de Gaia atracam navios de Cruzados vindos das Gálias em direcção a Jerusalém. Afonso Henriques propõe-lhes um acordo de auxílio na tomada de Lisboa. Os Cruzdos e as hostes de D. Afonso cercam a cidade, devastando apenas os arredores.
| El-Rei D. Afonso Henriques |
MOURAS ENCANTADAS
Dizem os relatos populares, que almas de "mui belas Mouras", ficaram encantadas junto ao lago, e que durante a noite, aparecem com os seus maravilhosos tesouros, aguardando homem de coragem que lhes quebre o encantamento. Assegura o povo que basta que não olhe e não se encante por nenhuma. E assim, mais um corajoso avança, em busca de riqueza...
A MINHA VIAGEM MEDIEVAL EM TERRA DE SANTA MARIA - II
SURKH
O surkh (mercado muçulmano) situava-se geralmente numa praça, local sobrepovoado e muito movimentado, onde se comercializava uma grande variedade de artigos, desde os mais luxuosos e caros até aos mais funcionais e baratos. Estes espaços comerciais e económicos eram autenticos centros de sociabilidade e convivência.
A MINHA VIAGEM MEDIEVAL EM TERRA DE SANTA MARIA - I
SÉC. XII - REINADO DE D. AFONSO HENRIQUES
FEIRA FRANCA
Os actos, os factos e as personagens principais que ajudaram à afirmação do poder régio e soberano de D. Afonso Henriques e à concretização da independência de Portugal, reconhecidos por todo o mundo cristão, foram o mote para a recriação de mais uma edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria.
FEIRA FRANCA
A feira realizada em tempos de festas da igreja, era o maior centro distribuidor de mercadorias, fomentando o comércio interno, aumentando os recursos populacionais das localidades e engrandecendo os réditos da coroa.
ANIMAÇÃO DE RUA
| Afonsim o grande médico |
domingo, 7 de agosto de 2011
Nocturnos
| Torre dos Clérigos |
Considerado por muitos o ex libris da cidade do Porto, esta torre sineira faz parte da igreja com o mesmo nome, construída entre 1754 e 1763, a partir de um projecto de Nicolau Nasoni. Foi mandada erigir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Sernache, a pedido da Irmandade dos Clérigos Pobres. O seu arquitecto, Nicolau Nasoni, contribiu durante muitos anos para a construção da grande torre dos clérigos sem receber nada em troca e só alguns anos depois isso aconteceu.
Está classificada pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910.
| Antiga Cadeia da Relação |
A Cadeia da Relação é um edifício histórico localizado na cidade do Porto.
Criada em 27 de Julho de 1582, o Tribunal da Relação do Porto, por falta de instalações próprias, começou por funcionar na Antiga Casa da Câmara, instalada na Rua de São Sebastião, no edifício que, por esse motivo, passou também a ser conhecido por Paço da Rolaçon.
A Relação manteve-se em actividade, sem sede própria, durante mais de vinte anos. Com efeito, foi só em 1603 que Filipe II ordenou que se construísse uma casa para receber a Relação e a Cadeia.
A Relação manteve-se em actividade, sem sede própria, durante mais de vinte anos. Com efeito, foi só em 1603 que Filipe II ordenou que se construísse uma casa para receber a Relação e a Cadeia.
A ordem de Filipe II, no entanto, só começou a ser cumprida em Julho de 1606, quando sob a direcção do corregedor Manuel Sequeira Novais, se deu início às obras no Campo do Olival. Os trabalhos duraram três anos e foram pagos, em grande parte, com dinheiros provenientes das remissões dos degredos para África. Isto é, quem era condenado a degredo para a 'costa d'África' podia pagar uma determinada quantia, resgatando a pena que cumpria cá.
O edifício, considerado enorme, custou tanto dinheiro que durante o tempo da sua construção não foram feitas mais obras na cidade. No entanto, deve ter sido mal construído porque no dia 1 de Abril de 1752, em Sábado de Aleluia, ruiu completamente e a Relação regressou às instalações da Câmara Municipal.
Uma nova casa para a sede da Relação e da Cadeia começou a ser construída sobre os escombros da anterior, em 1765, por iniciativa do regedor das Justiças e governador das Armas do Porto, João de Almada e Melo, segundo uma planta elaborada para o efeito pelo engenheiro e arquitecto Eugénio dos Santos que foi um dos intervenientes na reconstrução da Lisboa pombalina.
Foi, no entanto, seguida pelo oficial de engenharia Francisco Pinheiro da Cunha, por morte de Eugénio dos Santos. A obra custou 200 contos de réis, durou trinta anos, pois só ficou concluída em 1796. Albergou a sede do Tribunal da Relação e serviu de cadeia até aos nossos dias.
A algumas das celas andam ligados nomes famosos.
No número 8 dos chamados quartos de Malta (eram catorze) passaram, por exemplo, os Mártires da Pátria, o duque da Terceira (António José de Sousa Manuel de Menezes Severim de Noronha) lugar-tenente da rainha D. Maria II nas províncias do Norte, detido em Outubro de 1846; juntamente com vários generais e oficiais.
Camilo Castelo Branco ocupou (1860) o quarto de São João, enquanto Ana Plácido recolhia ao pavilhão das mulheres, acusados, ambos, do crime de adultério.
Na cela que Camilo ocupara daria entrada mais tarde o célebre banqueiro Roriz. E, no quarto a seguir a este, Urbino de Freitas, professor da Faculdade de Medicina, acusado de ter assassinado por envenenamento os sobrinhos para ficar senhor da herança que a eles caberia.
O salteador Zé do Telhado, o caudilho miguelista Pita Bezerra e o jornalista político João Chagas também conheceram as celas da velha cadeia.
Actualmente encontra-se aí instalado o Centro Português de Fotografia.
| Ponte da Arrábida |
A Ponte de Arrábida é uma ponte em arco sobre o Rio Douro que liga Porto (pela zona da Arrábida) a Vila Nova de Gaia (pelo nó do Candal), em Portugal.
No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte no mundo.
No tempo da sua construção em 1963, a ponte tinha o maior arco em betão armado de qualquer ponte no mundo.
O comprimento total da plataforma é de 614,6m , tendo uma largura de 26,5m. O seu vão de 270 m, e 52 m de flecha, arco esse constituído por duas costelas ocas paralelas, de 8m de largura ligadas entre si por contraventamento longitudinal e transversal. Tinha duas faixas de rodagem e duas faixas laterais para peões e ciclistas. Na década de 90 foi alterado o número de faixas rodoviárias.
O engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar António de Mesquita Cardoso que teve a colaboração do arquitecto Inácio Peres Fernandes e do engenheiro José Francisco de Azevedo e Silva.
O engenheiro responsável pelo seu projecto e construção foi Edgar António de Mesquita Cardoso que teve a colaboração do arquitecto Inácio Peres Fernandes e do engenheiro José Francisco de Azevedo e Silva.
A 22 de Junho de 1963 é finalmente inaugurada a Ponte da Arrábida,no mandato de Nuno Pinheiro Torres, dispondo de quatro elevadores para que os peões pudessem vencer a distância de setenta metros do rio ao tabuleiro, facilitando em muito a travessia pedonal.
Em 2011 passam pela ponte, em média, 136 mil carros por dia.
| Ponte Luís I |
A Ponte Luís I, popularmente também chamada Ponte D. Luís, é uma ponte construída com estrutura metálica, entre os anos 1881 e 1887, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul, respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal.
Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projecto do engenheiro belga Teófilo Seyrig, também autor da Ponte de D. Maria Pia, ferroviária.
A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1887 (tabuleiro inferior) e, devido à ausência do Rei D. Luís I na inauguração, a população do Porto decidiu, em resposta ao acto desrespeitoso, retirar o "Dom" do respectivo nome, conforme as inscrições nas placas dos pegões-encontro.
Actualmente o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e o tabuleiro inferior para peões e veículos automóveis.
Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projecto do engenheiro belga Teófilo Seyrig, também autor da Ponte de D. Maria Pia, ferroviária.
A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1887 (tabuleiro inferior) e, devido à ausência do Rei D. Luís I na inauguração, a população do Porto decidiu, em resposta ao acto desrespeitoso, retirar o "Dom" do respectivo nome, conforme as inscrições nas placas dos pegões-encontro.
Actualmente o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e o tabuleiro inferior para peões e veículos automóveis.
| Sé Catedral do Porto |
A Catedral (Sé) da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico, é um dos seus principais e mais antigos monumentos.
O início da sua construção data da primeira metade do século XII, e prolongou-se até ao princípio do século XIII. Esse primeiro edifício, em estilo românico, sofreu muitas alterações ao longo dos séculos. Da época românica datam o carácter geral da fachada com as torres e a bela rosácea, além do corpo da igreja de três naves coberto por abóbada de canhão. A abóbada da nave central è sustentada por arcobotantes, sendo a Sé do Porto um dos primeiros edifícios portugueses em que se utilizou esse elemento arquitectónico.
Na época gótica construiu-se a capela funerária de João Gordo (cerca de 1333), cavaleiro da Ordem dos Hospitalários e colaborador de D. Dinis, sepultado em um túmulo com jacente. Também da época gótica data o claustro (séc XIV-XV), construído no reinado de D. João I. Este rei casou-se com D. Filipa de Lencastre na Sé do Porto em 1387.
O início da sua construção data da primeira metade do século XII, e prolongou-se até ao princípio do século XIII. Esse primeiro edifício, em estilo românico, sofreu muitas alterações ao longo dos séculos. Da época românica datam o carácter geral da fachada com as torres e a bela rosácea, além do corpo da igreja de três naves coberto por abóbada de canhão. A abóbada da nave central è sustentada por arcobotantes, sendo a Sé do Porto um dos primeiros edifícios portugueses em que se utilizou esse elemento arquitectónico.
Na época gótica construiu-se a capela funerária de João Gordo (cerca de 1333), cavaleiro da Ordem dos Hospitalários e colaborador de D. Dinis, sepultado em um túmulo com jacente. Também da época gótica data o claustro (séc XIV-XV), construído no reinado de D. João I. Este rei casou-se com D. Filipa de Lencastre na Sé do Porto em 1387.
O exterior da Sé foi muito modificado na época barroca. Cerca de 1772 construiu-se um novo portal em substituição ao românico original. As balaustradas e cúpulas das torres também são barrocas. Cerca de 1736, o arquitecto italiano Nicolau Nasoni adicionou uma bela galilé barroca à fachada lateral da Sé.
| Mosteiro Serra do Pilar |
Serra do Pilar é uma "serra" portuguesa que está localizada na freguesia de Santa Marinha, (Vila Nova de Gaia). Aí se situa um famoso mosteiro hoje transformado em quartel.
Durante o cerco do Porto (1832-1833), foi o único reduto que os liberais conseguiram manter a Sul do Rio Douro.
Durante o cerco do Porto (1832-1833), foi o único reduto que os liberais conseguiram manter a Sul do Rio Douro.
| Ribeira do Porto |
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